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Parceria da Saúde e Educação mobiliza estudantes no combate ao Aedes aegypti

19/04/2017 - 16h10
clique para ampliarFoto: Ascom/SMS
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clique para ampliarShirley Brian e Kátia Gonçalves
clique para ampliarJamile do Sacramento e colega Ana Luiza
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clique para ampliarKatleen Mayara
clique para ampliarJeferson Santana e agentes de endemias
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clique para ampliarMaquete

Transformar estudantes em protagonistas contra as doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti. Este é um dos principais objetivos do 'Projeto Campo Limpo #NossaEscolaContraoAedes', desenvolvido pelas Secretarias Municipais da Saúde (SMS) e da Educação (Semed). A ação aconteceu nesta quarta-feira, 19, na Escola de Ensino Infantil e Fundamental I Otília de Araújo Macêdo, no bairro 18 do Forte. O evento contou com a participação de técnicos do Programa Saúde na Escola (PSE), de professores e de agentes de endemias da Diretoria de Vigilância em Saúde (DVS). 

O PSE é um programa intersetorial da Saúde e Educação e tem como objetivo contribuir para a formação integral dos estudantes por meio de ações de promoção, prevenção e atenção à saúde. Segundo Kátia Gonçalves, referência técnica do PSE na secretaria, o Projeto Campo Limpo foi fruto de uma integração entre os profissionais do PSE das duas secretarias, dos supervisores de endemias da DVS e do Núcleo de Projetos Inovadores (Nuprin) da SMS. “Com a aproximação do período mais crítico para a proliferação do mosquito Aedes aegypti na nossa capital, desenvolvemos um projeto que integrasse os alunos das escolas públicas municipais de forma lúdica no contexto de Educação Popular. Isso atrai mais a atenção deles e fixa melhor o conteúdo”, explicou Kátia. 

De acordo com Shirley Brian, coordenadora pedagógica da Escola Otília de Araújo Macêdo, os estudantes são multiplicadores da ação. “Tudo o que aprendem aqui, eles repassam para a família e a comunidade onde vivem. Isso causa um impacto positivo na sociedade. Porque a escola é um local de aprendizagem e este projeto foi excelente para eles aprenderem como combater este mosquito que transmite tantas doenças. Eles e os professores se envolveram de tal forma fazendo cartazes, maquetes, jogral, música de rap, jogos e até uma réplica do Aedes aegypti que deu gosto de ver”, empolgou-se a coordenadora. 

Para a estudante do 5º ano do Ensino Fundamental, Jamile do Sacramento Barros, foi muito bom todo o envolvimento da escola. “Gostei muito, principalmente dos jogos que foram criados, porque nós aprendemos e ensinamos em casa”, disse a menina. Compartilha da mesma opinião a colega Katleen Mayara Santos. “Com esta brincadeira nós gravamos na cabeça como combater este mosquito tão perigoso para a saúde das pessoas. Minha prima já teve dengue”, disse Katleen. Os jogos criados foram seis: quebra-cabeça, sete erros, dominó, trilha, sequência e estória, e texto e imagem. 

A ação teve uma palestra de como combater o mosquito ministrada pelo supervisor de Endemias da Coordenação de Vigilância Epidemiológica da DVS, Jeferson Santana. Ele apresentou os agentes de endemias da área do 18 do Forte às crianças e disse como é realizado o trabalho diário deles. Depois os estudantes apresentaram um jogral como se fossem agentes de endemias, foram à campo no próprio colégio e recolheram lixo e possíveis criadouros do mosquito.

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