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Eu escolhi Aracaju: Mais de 32% da população não nasceu por aqui

20/03/2017 - 16h30
clique para ampliarA baiana Luciana Melo não trocaria Aracaju por Salvador (Fotos: Marco Vieira)
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Uma característica fácil de identificar na cidade de Aracaju é a presença marcante de pessoas de diferentes lugares. Em qualquer roda de conversa, no local de trabalho, na turma da escola ou na faculdade, é sempre significativo o número de pessoas que nasceram em outra cidade, outro Estado, mas escolheram ou acabaram sendo conduzidas para este cantinho do país. E o melhor: gostaram tanto que não pensam mais em sair de Aracaju.

O último censo de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) confirmou esta tendência da capital sergipana, mostrando que, da população estimada de 571 mil habitantes, 32,6% não são nascidos na cidade e 11,0% são de outros Estados brasileiros. O alto Índice de Desenvolvimento Humano (IDHM) de 0,770, registrado no mesmo ano pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento no Brasil, é um dos atrativos para os forasteiros. A dimensão que mais contribui para o IDHM é longevidade, com índice de 0,823, seguida de renda, com índice de 0,784, e de Educação, com índice de 0,708.

Mas a jornalista e administradora Luciana Melo, natural da cidade baiana de Itabuna, não observou índices quando se apaixonou por Aracaju. Ela veio estudar, depois que o irmão passou pela mesma experiência, assim como muitos de seus conterrâneos. Hoje casada com um sergipano, ela espera o segundo filho da cidade que ela escolheu para ser feliz. “Todo mundo de fora com quem eu converso, quando eu falo que moro em Aracaju, tem uma invejazinha. Todo mundo fala: ah, queria tanto morar lá”, conta.

“Uma cidade legal, agradável. Eu vim em 2002, não conhecia a cidade até então. Passei no vestibular, gostei daqui e quis ficar. Fiquei cinco anos. Meu irmão foi embora e eu fiquei mais um pouco. Após me formar não consegui trabalhar e acabei voltando para Itabuna, fiquei um ano e no final de 2008 eu vim para Aracaju passear, porque fiz muitos amigos quando morei aqui, foi quando conheci meu esposo. Nessa época, em 2009, eu estava indo morar em Salvador para fazer pós-graduação e ele também. Acabamos indo juntos para lá, depois casamos na minha cidade e em 2011 ele teve uma proposta de vir trabalhar em Aracaju novamente e eu adorei a ideia porque adoro Aracaju, tenho muitos amigos aqui e sentia muita falta”, relatou a jovem.

Tudo de bom

Mesmo sendo a capital do seu estado de origem, tendo vivido lá, a jornalista não tem dúvidas ao escolher a capital sergipana no comparativo com a baiana.  Segundo ela, seus pais também adoram a cidade, vêm sempre visitar e ainda sonham em morar em Aracaju.

“Não trocaria Aracaju por Salvador de jeito nenhum, porque além do custo, aqui a gente tem uma qualidade de vida que lá a gente não tem de forma alguma. Aqui a gente consegue almoçar em casa, consegue pegar o filho na escola saindo de casa 15 minutos antes, consegue fazer de tudo. Não precisa abrir mão da família para poder trabalhar, ou do trabalho para poder ficar com a família.

Aqui a gente pode juntar tudo, e lá não. Eu tinha que sair de casa de manhã cedo duas horas antes para chegar ao trabalho. Na volta, a mesma coisa. Quando chegava no fim de semana estava morta de cansaço, o que não acontece aqui. Além disso, Aracaju é uma cidade desenvolvida, tem tudo de bom e ao mesmo tempo a gente tem mais tranquilidade, é menos stress, não tem tanto trânsito”, descreve.

Morando próximo ao Parque da Sementeira, este é um dos espaços que costuma aproveitar com a família, onde o filho de dois anos pode brincar de maneira mais livre e solta.



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